quinta-feira, maio 12, 2005
Tenho saudades...
terça-feira, maio 10, 2005
Jayne Meadows
segunda-feira, maio 09, 2005
Mysteries
When the wind turns on the shores lies another day
I cannot ask for more
And when the time bell blows my heart and I have scored a better day
Well nobody made this war of mine
And the moments that I enjoy
A place of love and mystery
I'll be there anytime
Oh mysteries of love where war is no more
I'll be there anytime
Beth Gibbons - Mysteries (do álbum Out of Season)
domingo, maio 08, 2005
quinta-feira, maio 05, 2005
Gosto das pessoas ...
terça-feira, maio 03, 2005
Ainda acerca das Mães
segunda-feira, maio 02, 2005
Segunda-feira
domingo, maio 01, 2005
Mãe
Ainda antes do nascimento já a criança é amada incondicionalmente pois, no útero, entre mãe e filho, estabelece-se um laço de amor que nunca se poderá romper. E, ao nascer, quando a colocam no regaço de sua mãe, ao sentir o seu calor, o seu olhar cheio de doçura, a criança sabe, no seu íntimo, que aquele é (e será sempre!) o seu porto seguro.
Ser mãe é entregar-se a si mesma, dia após dia, em prol do bem estar do seu filho. É conhecer de cor cada expressão deste, e saber o que o perturba sem que seja dita uma palavra. É curar as feridas com um beijo. É secar as lágrimas com um sorriso terno. Ser mãe é perdoar. É transformar-se numa leoa à menor perspectiva de ameaça. É transbordar de felicidade com a mais pequena conquista do filho.
"A mãe é a mais bela obra de Deus!"
História do Dia da Mãe
No século XVII, a Inglaterra popularizou o "Domingo da Mãe" nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa, como homenagem a todas as mães de Inglaterra, sendo mesmo concedido um dia de folga para que se celebrasse este dia na sua plenitude.
O Cristianismo instituiu a festa da "Igreja Mãe", verdadeira força espiritual capaz de proteger os homens de todos os males. Habitualmente, esta festa da Igreja fora sendo associada também à celebração do "Domingo da Mãe".
Aos 41 anos de idade, Jarvis perdera a sua mãe. Com sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande e irremediável perda levando-as a reflectir sobre o facto de não existirem demonstrações concretas de apresso para com as mães. Anna Jarvis decidiu fazer algo, na esperança de que a celebração de um dia dedicado à Mãe iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de incentivar os laços familiares.
Mas foi em 1907 que Anna empreendeu o esforço necessário à instituição do Dia da Mãe. Com a ajuda de seus amigos, empreendeu uma campanha por correio com vista a obter apoio de congressistas, políticos influentes e personalidades da sociedade norte-americana, com o objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.
Os seus esforços goraram o efeito desejado, e foi a 10 de Maio de 1908 que, pela primeira vez, numa cerimónia religiosa, Anna Jarvis honrou sua Mãe. Para adornar a cerimónia foram utilizados cravos vermelhos, a flor favorita da mãe de Anna. Desde então, os cravos vermelhos converteram-se no símbolo da mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram.
A primeira proclamação do Dia da Mãe deu-se três anos depois, em 1910, instituída pelo Governador do Estado da Virgínia, Estados Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe foi a pouco e pouco sendo comemorado em todas as partes do mundo, desde o México, Canadá, Japão, no Continente Africano e na América do Sul.
Em Dezembro de 1912 foi criada a Associação do Dia Internacional da Mãe com vista à promoção generalizada desta efeméride tão especial em todo o mundo.
sábado, abril 30, 2005
Há pessoas ...
terça-feira, abril 26, 2005
sexta-feira, abril 22, 2005
Cenas da vida conjugal
quinta-feira, abril 21, 2005
Para reflectir
A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. "Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".
Novo visual (2)
quarta-feira, abril 20, 2005
terça-feira, abril 19, 2005
Velhice
Envelheço quando me fecho para as novas ideias e me torno radical.
Envelheço quando o novo me assusta e minha mente insiste no comodismo.
Envelheço quando meu pensamento abandona a casa e retorna sem nada.
Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar.
Envelheço quando penso muito em mim mesmo e me esqueço dos outros.
Envelheço quando penso em ousar mas temo o preço da ousadia.
Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma.
Envelheço quando tenho chance de amar mas vence o medo de arriscar.
Envelheço quando paro de lutar.
sábado, abril 16, 2005
The Beach Boys
If you should ever leave me
Though life would still go on, believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me?
God only knows what I'd be without you"
sexta-feira, abril 15, 2005
Eterna menina
A história de Ema começa muito antes de nascer, pois já há muito tempo que era desejada intensamente pelos seus futuros papás. O maior desgosto da mamã e do papá de Ema era o facto de não conseguirem ter filhos, por isso quando (por milagre, dizem eles) a cegonha lhes bateu à porta, sentiram-se as pessoas mais felizes do mundo. Assim, desde o seu nascimento que Ema tem todo o amor e carinho dos seus pais, mas também a sua super-protecção. Os pais de Ema sempre foram o que comummente se chama de “pais-galinha” pois, por amor ao seu rebento, sempre a fizeram viver numa redoma, protegida de todos os males e, portanto, da vida. Talvez seja por isso que, em tantos momentos da sua (ainda curta) vida, Em não se sinta preparada para encarar o futuro, que se lhe afigura demasiado duro.
Há dias em que os ombros lhe pesam e a cabeça não consegue formular um pensamento feliz, mas o sorriso, esse, está sempre pendurado nos seus lábios, qual armadura contra as perguntas indesejadas; o que a denuncia são os olhos, que não conseguem mentir e esconder a tristeza… ou denunciariam, se o rodopio da vida não impedisse os que lhe querem bem de ver mais fundo. É nesses dias que Ema se refugia na escrita.
Ema raramente chora, pelo menos lágrimas salgadas… Quando se sente triste chora lágrimas de sangue que lhe escorrem directamente do coração. As outras, as salgadas, vão se acumulando na alma, sendo libertadas apenas quando chora o sofrimento dos outros.
Mas não pensem que Ema é infeliz, não é! Tem uma vida boa e um punhado de bons amigos. No entanto, sente que lhe falta algo!... Mais emoção na sua vida, que tantas vezes é só casa-escola-casa. Ema passeia com os seus amigos e sempre que pode está com o namorado, como qualquer jovem da sua idade… mas anseia por mais independência. O grande desejo de Ema é o de fazer uma longa viagem, por um qualquer país desconhecido. Seria aquela experiência de vida, e uma forma de se começar a afastar da vivência quotidiana com os pais, uma espécie de preparação para ir (finalmente) viver sozinha. Mas o modo como foi criada impede-a de ter a garra necessária para largar tudo e partir para uma aventura dessas... e assim vai ficando cada vez mais presa à inércia com que passa pela vida.
. . .
quarta-feira, abril 13, 2005
segunda-feira, abril 11, 2005
domingo, abril 10, 2005
sábado, abril 09, 2005
sexta-feira, abril 08, 2005
Papa
quarta-feira, abril 06, 2005
Não confio.
Não confio, porque como posso confiar numa pessoa que não gosta de estar consigo própria? Faço-me entender? Se não pode esperar 5 minutos sozinha que a outra pessoa chegue é porque algo de errado se passa naquela cabeça… o que é que tem medo de enfrentar? Os seus problemas? A sua consciência?
Se calhar estou a ser demasiado mazinha… Mas não conhecem ninguém assim? Normalmente são aquelas pessoas a quem se se aponta um defeito no carácter não fazem ideia do que estamos a falar… Pudera, se raramente passam um tempinho consigo próprias como se podem conhecer a si mesmas?
Aceitam-se opiniões!
segunda-feira, abril 04, 2005
Recomeço das aulas
domingo, abril 03, 2005
Manhã
Observava divertido as suas reacções: primeiro, os olhos abertos de espanto quando se sentou à mesa e depois, o apetite com que devorava os brioches e engolia o sumo de laranja, enquanto lhe perguntava repetidamente o que lhe tinha dado hoje. “Nada, doida. Estou feliz, só isso… Feliz por poder acordar a teu lado todos os dias” respondeu finalmente, olhando-a nos olhos. E dito isto levantou-se e beijou-a com carinho na testa, depois numa e noutra pálpebra, no nariz e só então na boca, apaixonadamente, recuperando um gesto perdido desde o tempo em que namoravam.
sexta-feira, abril 01, 2005
Dia das Mentiras
terça-feira, março 29, 2005
Soem os tambores!
o Tobias!!
quinta-feira, março 24, 2005
Função Pública
Warsaw Village Band
terça-feira, março 22, 2005
22 de Março - Dia Mundial da Água
Já desde 1993 que este dia é consagrado à água. Esperemos que isto contribua para uma maior consciencialização acerca da necessidade de preservação deste bem tão precioso.
segunda-feira, março 21, 2005
Primavera
Dia chuvoso
Ao contornar uma poça, levanta os olhos e encontra os dela, ametistas cravadas num rosto de boneca. A sua boquinha vermelha esboçava um sorriso e ele sentiu-se empalidecer, pois nunca havia visto beleza daquela. O vento fazia ondular os caracóis que lhe emolduravam o rosto, fazendo com que destes se desprendesse um aroma a Primavera.
Um raio de Sol resvalou por entre uma fresta nas nuvens, indo pousar no seu coração. E a jovem passou por ele apressada, e ele continuou o seu caminho. Mas o dia, esse, afigurou-se-lhe bem mais agradável.
domingo, março 20, 2005
Paixão
quarta-feira, março 16, 2005
PSIcoisas
Pôr a conversa em dia
sexta-feira, março 11, 2005
Se estás de dieta...
quinta-feira, março 10, 2005
Loucuras...
Beijinhos**
domingo, março 06, 2005
Jantar-reunião
Numa palavra: d i v e r t i d í s s i m o !!
Em várias palavras: foi um jantar inesquecível. Decididamente, a repetir! De preferência brevemente.
quinta-feira, março 03, 2005
Quarto Escuro
quarta-feira, março 02, 2005
PSIcoisas (a.k.a. coisas-que-só-interessam-a-alunos-de-Psicologia)
terça-feira, março 01, 2005
Indignação (2)
Março
Indignação
domingo, fevereiro 27, 2005
Às vezes esqueço-me...
... o privilégio que é poder distanciar-me da confusão da cidade aos fins-de-semana.
quinta-feira, fevereiro 24, 2005
Estou preguiçosa (2)
Como preguiçosa que estou para escrever, deixo-vos imagens do meu dia... Afinal de contas uma imagem vale mais que mil palavras, ou não é?
terça-feira, fevereiro 22, 2005
Mesa de café
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
Que bem que sabe...
Mais do que as prendas caras ou os elogios, são os pequenos gestos feitos com amor que nos aquecem mais o coração!...
Aceitação
Há que aceitar que a vida nem sempre corre como desejamos e gozar a vida com tudo que ela oferece!
Amizade
"Nenhum indício melhor se pode ter a respeito de um homem do que a companhia que frequenta: o que tem companheiros decentes e honestos adquire, merecidamente, bom nome, porque é impossível que não tenha alguma semelhança com eles."
Adam Parfrey
domingo, fevereiro 20, 2005
Leituras
sábado, fevereiro 19, 2005
Estudantices (2)
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
Estudantices
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
14 de Fevereiro (a.k.a. Dia dos Namorados)
sábado, fevereiro 12, 2005
Mais um post de (des)amor...
Essa procura de um alguém que nos arranque da solidão, impede-nos de fazer o luto da relação que acabou. Então, ainda presos ao passado, procuramos construir um futuro... o resultado? Esse já se sabe, mais uma tentativa gorada de amar...
Relações
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
LoL
Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:
- Que petulância seres chamada de flor! Vê a tua pele áspera e a minha lisa e sedosa. Vê o teu cheiro desagradável e meu perfume sensual e envolvente. Vê o teu corpo grosseiro e o meu delicado e elegante... Eu, sim, sou uma Flor!
Ao que a couve-flor respondeu:
- De que adianta ser assim tão linda se ninguém te come...?
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
Deus
terça-feira, fevereiro 08, 2005
Sonhando acordada
segunda-feira, fevereiro 07, 2005
Ensaio sobre a cegueira
Acabei ontem de ler o romance de Saramago "Ensaio sobre a Cegueira".
«O Bancário» - Tem considerado o Ensaio sobre a Cegueira como um livro duro. Porquê?
José Saramago - Trata-se de uma situação em que toda a gente cega e, a partir daí, ninguém sabe conviver, onde ir ou o que fazer, porque o mundo está organizado para quem vê. Então, sobem ao de cima os instintos maus, a necessidade de sobreviver contra os outros. Até agora, quem leu o livro está de acordo: é um livro duro.
«B» - O que o levou a escrever um livro assim?
J.S. - Não é fácil dizer porque se escreve um livro, embora este tenha uma resposta simples: o mundo (parece-me que estamos de acordo) não está bem, é terrível. Vamo-nos habituando às coisas más, dolorosas, alucinantes. E perdemos a sensibilidade, a capacidade de reagir às coisas más, de combatê-las. Este livro é, de uma maneira transposta, a metáfora do medo real. Tinha que ser duro, porque o mundo é duro e violento. Foi a consciência desta sociedade que é a nossa que me levou a escrever este livro.
«B»- É um grito de alerta?
J.S.- Não é um grito de alerta, porque os outros não dão por eles. É mais como quem cumpre um dever, uma obrigação. Se penso que as coisas estão assim, tenho que dizê-lo... Como se dissesse: como vamos? vamos mal. Não posso mudar o mundo, por isso a minha contribuição é escrever um livro onde o denuncie. E o leitor irá decidir até que ponto isso lhe interessa.
ANDRADE, Elsa, "Ensaio sobre a Cegueira ou o sofrimento de Saramago" in jornal O Bancário, s/l, 6 de Novembro 1995, pág.10.
quinta-feira, fevereiro 03, 2005
Sucesso
Ponto Já
Para mais informações:
http://recursos.juventude.gov.pt/lojaspontoja.pdf
Vídeo:
http://recursos.juventude.gov.pt/lojasja.wmv
domingo, janeiro 30, 2005
Keep it simple
Everybody's free (to wear sunscreen)
Ladies and Gentlemen of the class of ’99.
Wear sunscreen.
If I could offer you only one tip for the future, sunscreen would be it.
The long term benefits of sunscreen have been proved by scientists where as the rest of my advice has no basis more reliable than my own meandering experience…
I will dispense this advice now.
Enjoy the power and beauty of your youth; oh never mind; you will not understand the power and beauty of your youth until they have faded.
But trust me, in 20 years you’ll look back at photos of yourself and recall in a way you can’t grasp now how much possibility lay before you and how fabulous you really looked….
You are not as fat as you imagine.
Don’t worry about the future; or worry, but know that worrying is as effective as trying to solve an algebra equation by chewing bubblegum. The real troubles in your life are apt to be things that never crossed your worried mind; the kind that blindside you at 4pm on some idle Tuesday.
Do one thing everyday that scares you.
Sing.
Don’t be reckless with other people’s hearts; don’t put up with people who are reckless with yours.
Floss.
Don’t waste your time on jealousy; sometimes you’re ahead, sometimes you’re behind… the race is long, and in the end, it’s only with yourself.
Remember the compliments you receive, forget the insults; if you succeed in doing this, tell me how.
Keep your old love letters, throw away your old bank statements.
Stretch.
Don’t feel guilty if you don’t know what you want to do with your life… the most interesting people I know didn’t know at 22 what they wanted to do with their lives, some of the most interesting 40 years old I know still don’t.
Get plenty of calcium.
Be kind to your knees, you’ll miss them when they’re gone.
Maybe you’ll marry, maybe you won’t, maybe you’ll have children, maybe you won’t, maybe you’ll divorce at 40, maybe you’ll dance the funky chicken on your 75th wedding anniversary… whatever you do, don’t congratulate yourself too much or be rate yourself either – your choices are half chance, so are everybody else’s.
Enjoy your body, use it every way you can… don’t be afraid of it, or what other people think of it, it’s the greatest instrument you’ll ever own.
Dance… even if you have nowhere to do it but in your own living room.
Read the directions, even if you don’t follow them.
Do NOT read beauty magazines, they will only make you feel ugly.
Get to know your parents, you never know when they’ll be gone for good. Be nice to your siblings; they are the best link to your past and the people most likely to stick with you in the future.
Understand that friends come and go, but for the precious few you should hold on. Work hard to bridge the gaps in geography and lifestyle because the older you get, the more you need the people you knew when you were young.
Live in New York City once, but leave before it makes you hard; live in Northern California once, but leave before it makes you soft.
Travel.
Accept certain inalienable truths, prices will rise, politicians will philander, you too will get old, and when you do you’ll fantasize that when you were young prices were reasonable, politicians were noble and children respected their elders.
Respect your elders.
Don’t expect anyone else to support you. Maybe you have a trust fund, maybe you have a wealthy spouse; but you never know when either one might run out.
Don’t mess too much with your hair, or by the time you're 40, it will look 85.
Be careful whose advice you buy, but, be patient with those who supply it. Advice is a form of nostalgia, dispensing it is a way of fishing the past from the disposal, wiping it off, painting over the ugly parts and recycling it for more than it’s worth.
But trust me on the sunscreen…
(música de Baz Luhrmann, letra adaptada de uma crónica de Mary Schmich)
sexta-feira, janeiro 28, 2005
Amizade
Disse um soldado ao seu comandante:
- O meu amigo não voltou do campo de batalha. Meu comandante, solicito autorização para ir buscá-lo.
Respondeu o oficial:
- Autorização negada! Não quero que arrisque a vida por um homem que, provavelmente, está morto!
O soldado, ignorando a proibição, saiu. Uma hora mais tarde, mortalmente ferido, voltou transportando o cadáver do seu amigo.
O oficial estava furioso:
- Eu não lhe disse que ele estava morto?! Diga-me, valia a pena ir até lá para trazer um cadáver?
E o soldado, moribundo, respondeu:
- Claro que sim, meu comandante! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me: "Tinha a certeza que virias!"
Um verdadeiro amigo é alguém que nos apoia nos momentos bons e (principalmente nos) menos bons; mas que é o primeiro a criticar-nos, e a fazer-nos ver a razão, quando assim é preciso.
No entanto, não podemos considerar um amigo como alguém que está "sempre às ordens", pois, tal como uma flor tem que ser regada periodicamente, também a amizade "murcha" se não se mantiver o contacto.
Para se ter amigos, acima de tudo, tem que se ser amigo!
Three down, two to go.
Ando já tão cansada!... E não vou ter nem um dia de férias antes do 2º semestre... (suspiro)
quinta-feira, janeiro 27, 2005
Felicidade
Metro em hora de ponta
terça-feira, janeiro 25, 2005
(In)actividade
quinta-feira, janeiro 20, 2005
Eu e Tu
quarta-feira, janeiro 19, 2005
O quase
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Luís Fernando Veríssimo
segunda-feira, janeiro 17, 2005
sexta-feira, janeiro 14, 2005
Não me canso...
Não me canso de amar... e de ser amada.
Não me canso do azul do mar... e do sol reflectido na pele dourada.
Não me canso de sonhar... e de lutar para transformar os sonhos em realidade.
Não me canso de sentir... o conforto de te ter a meu lado.
Não me canso de sorrir... e de receber sorrisos de volta.
Não me canso das pessoas... dos amigos e conhecidos, de todos aqueles a quem quero bem.
Não me canso de acreditar... em contos de fadas.
Não me canso de viver... com atitude positiva.
Não me canso de ser livre... sem esquecer que tudo o que faço retorna em triplicado.
Não me canso de te fazer rir... com as minhas palhaçadas.
Não me canso de ser feliz... para sempre.
Lua adversa
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília Meireles
Peixes

[Achei que esta descrição me assentava que nem uma luva... :) Este post é dedicado a quem, tal como eu, é pisciano. *]
Podem ser impulsivos como os nativos do signo Carneiro,
teimosos como os nativos do signo Touro,
versáteis como os nativos do signo Gémeos,
carinhosos como os nativos do signo Caranguejo,
egocêntricos como os nativos do signo Leão,
críticos como os nativos do signo Virgem,
sociáveis como os nativos do signo Balança ,
profundos como os nativos do signo Escorpião,
filósofos como os nativos do signo Sagitário,
reservados como os nativos do signo Capricórnio,
altruístas como os nativos do signo Aquário
e uma mistura de todos!
São os seres mais emotivos, mais receptivos e mais simpáticos da Terra. Quem consegue ficar com raiva destes seres tão gentis, com aquele olhar doce e meigo? Com aqueles olhos sentimentais e quase sempre molhados, vai cativar e sensibilizar qualquer um. Estão sempre prontos a ajudar as pessoas... São sensíveis a tudo.
Se há um mundo da Lua, é lá que eles vivem. Procuram explicações místicas para o mundo e estão sempre abertos às ciências místicas e esotéricas. São muito intuitivos e são muito compreensivos e sensíveis. São óptimos conselheiros, e até um tanto compulsivos quando querem auxiliar alguém. São um pouco distraídos mas às vezes arregalam os olhos e fixam um ponto no infinito.
Além do mundo da Lua, eles também vivem na Terra, já que têm mesmo de viver! Os nativos do signo Peixes nunca serão conhecidos pela pontualidade [lol, tal e qual!]... Adoram dormir e curtir cada momento de todas as tarefas e podem demorar horas para se despacharem. Adoram o ambiente nocturno... ADORAM sapatos. De todos os tipos e cores, e de todas as idades. Costumam guardar sapatos durante anos, assim como as roupas, às quais se apegam. No conjunto eles sempre estarão bem vestidos. Mesmo que venham com uma roupa velha, parece que têm vestido um "modelo" novo.
Prezam a amizade e respeitam aqueles que escolhem como amigos. Verdadeiros amigos, que sabem o significado da palavra amizade. Fazer amizade com os nativos do signo peixes significa fazer amizade para sempre.
In www.e-noivos.com
quarta-feira, janeiro 12, 2005
Amor é fogo que arde sem se ver
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
terça-feira, janeiro 11, 2005
Dois estranhos, Um casal
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Carta a um falecido
A noite vai já adiantada e eu sem conseguir dormir. Penso em ti... Quando é que não penso?... Penso em tudo o que vivemos juntos... e choro!
Há já quase um ano que partiste. Às vezes acho que não aguento viver nem mais um dia sem ti... e grito!
Desde aquele dia, aquele fatídico dia, que já não sou a mesma. Todos me dizem que tenho que ultrapassar isto, mas não sei como... A dor é demasiado forte!... As forças abandonam-me... Tento fazer boa cara mas no meu íntimo estou aos gritos!!
Sei que tenho que me manter viva. Pelo menos por mais um dia... Mas depois vejo os teus olhos nos olhos dele e é como se me rasgassem o coração!...
Vivo presa às recordações do que fomos e às imagens do que nunca chegaremos a ser... Se não fossem as lembranças do nosso amor nada mais me prenderia a esta vida. Se é que se pode chamar a isto viver...
Estou tão cansada...
terça-feira, janeiro 04, 2005
segunda-feira, janeiro 03, 2005
Ano novo... vida nova!
Eis a minha resolução de ano novo:
Querer sempre mais: aprender mais, amar mais, viver mais!!
Só assim posso continuar a crescer em mim mesma.
Um beijo *






