domingo, dezembro 24, 2006
sábado, dezembro 23, 2006
Apercebi-me de que, com tanto em que pensar, dia 26 de Novembro este espaço fez 2 anos e esqueci-me de assinalar essa data - imperdoável.
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do blog
Este semestre tem sido uma canseira: trabalhos e mais trabalhos. Como se não bastasse, resolveram passar a época de exames para o início do mês de Janeiro. Resultado: com tanto que estudar, este ano não tenho férias de Natal.
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da faculdade,
de mim
domingo, dezembro 10, 2006

Esta semana relembrei a sensação de te ter por perto, querida amiga, e andei feliz.
Já tenho saudades tuas!
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dos que me rodeiam
domingo, novembro 19, 2006
Engraçado como basta uma conversa, um sorriso, para tudo se transformar. Até o trabalho me parece agora mais leve! Um lanche tardio, uma troca de confidências, e a insipidez é substituída pela paixão de viver.
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de mim
sábado, novembro 18, 2006
Não gosto de chuva. O frio até suporto. Mas chuva não. É o cabelo que frisa, é a roupa molhada que se cola ao corpo... Irrita-me!
Mas uma coisa que gosto nos dias de chuva é que, à noite, a calçada resplandece com a luz dos candeeiros. E é bonito.
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de mim
do cansaço.
O corpo implora por uma boa noite de repouso, o cérebro já se recusa a funcionar, os olhos teimam em fechar-se. Em cima da secretária tenho cinco livros empilhados, para os três trabalhos que ando a preparar ao mesmo tempo. E isto não é nada. Ainda tenho mais dois trabalhos por fazer mas, por enquanto, não consigo arranjar a disponibilidade necessária – temporal e mental – para os iniciar.
Sinto o tempo a escorrer-me por entre os dedos, e não o consigo agarrar. Entro na faculdade de manhã para só sair ao fim da tarde, mesmo nos dias em que não tenho aulas. Até as horas de almoço são bem aproveitadinhas, a passar aulas a limpo ou a resumir textos para trabalhos. Quando chego a casa faço uma pausa (para jantar, estar com a família e dar atenção ao coelhinho), de modo a recuperar um mínimo de forças necessárias para continuar a trabalhar. Com algum malabarismo arranjo um tempinho semanal para namorar, mas não tenho estado com amigos – e isto, juntamente com o facto de não falar com muita gente na faculdade, leva a que praticamente não tenha vida social.
E pronto, ando cansada mas (quase sempre) bem-disposta. O que vale é que é preciso muito para me quebrar o espírito…! Por vezes lá me aparecem uns surtos de febre, derivados do cansaço, mas nada que uma boa noite de sono não cure. Esta vida de estudante…
Sinto o tempo a escorrer-me por entre os dedos, e não o consigo agarrar. Entro na faculdade de manhã para só sair ao fim da tarde, mesmo nos dias em que não tenho aulas. Até as horas de almoço são bem aproveitadinhas, a passar aulas a limpo ou a resumir textos para trabalhos. Quando chego a casa faço uma pausa (para jantar, estar com a família e dar atenção ao coelhinho), de modo a recuperar um mínimo de forças necessárias para continuar a trabalhar. Com algum malabarismo arranjo um tempinho semanal para namorar, mas não tenho estado com amigos – e isto, juntamente com o facto de não falar com muita gente na faculdade, leva a que praticamente não tenha vida social.
E pronto, ando cansada mas (quase sempre) bem-disposta. O que vale é que é preciso muito para me quebrar o espírito…! Por vezes lá me aparecem uns surtos de febre, derivados do cansaço, mas nada que uma boa noite de sono não cure. Esta vida de estudante…
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de mim
domingo, novembro 12, 2006
sexta-feira, novembro 03, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
Ponto da situação.
Desde a última vez que aqui escrevi, há coisa de um mês, as coisas na faculdade acalmaram um pouco: consegui ficar no núcleo que queria (Psicologia Clínica Dinâmica) e com o horário que tinha planeado. Bom, isto do "acalmaram" é relativo... ando numa roda-viva por causa dos trabalhos e outros afazeres escolares. Dizem que quem corre por gosto não cansa, mas eu já tirava umas fériazinhas... e o pior ainda está para vir! Mas com trabalho & dedicação tudo se faz =)
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da faculdade,
de mim
Estou de volta (ou não estou? esperemos que sim:)
Tenho andado completamente ausente destas paragens. Não pode ser! Não quero perder o hábito de rabiscar nesta minha "sebenta". Gosto de saber que os pedacinhos de vida que aqui registo poderão sempre ser revisitados. Vou mesmo tentar actualiza-lo diariamente. Vá, semanalmente… também não vale a pena pôr a fasquia muito alta…! ;)
quarta-feira, setembro 27, 2006
Da faculdade.
Durante quase todo um ano lectivo, acreditei que o meu 4ºano coincidiria com o ano de transição para um Mestrado Integrado em Psicologia. Em apenas uma hora, uma reunião, desmoronaram-se as expectativas: o Ministério não aprovara os mestrados integrados para os cursos de Psicologia. Foram-se desenrolando as férias de Verão; em Agosto saíram os horários e as aulas recomeçavam dia 18 de Setembro. Após a desilusão inicial, a vida continuava normalmente. A uma semana do início das aulas, sem qualquer aviso prévio, surge a informação de que o mestrado integrado havia sido homologado. Gerou-se a confusão. Num piscar de olhos, deixaram de existir Variantes, para surgirem as Secções. O currículo sofreu uma forte remodelação e, consequentemente, surgiram novos horários. As aulas, afinal de contas, só teriam início no dia 25. É convocada uma reunião – no anfiteatro pairava um misto de excitação e ansiedade. Nesse dia, cai a bomba: existem vagas limitadas para a inscrição nas secções (e correspondentes núcleos). Instruções: fazer a inscrição para uma primeira e segunda opções, e esperar, até dia 3 de Outubro, pela lista de colocados. Entretanto, o que se espera de nós é que frequentemos as aulas das cadeiras a que temos esperança de conseguirmos inscrever-nos. As inscrições no 4º ano só se realizam no dia 4, a escolha dos horários sabe-se lá quando será feita.
Em vez das 5 cadeiras habituais, esta semana planeei ir a 7 – não sabendo ainda se fico na minha primeira opção, mais vale prevenir. Entretanto, apesar do caos, já se começa a pensar em trabalhos e a pesquisar os textos de leitura obrigatória. Para uma pessoa meio obsessiva e perfeccionista (eu), a incerteza desta situação gera uma ansiedade imensa. E cabeça para manter um blog, por enquanto, não há.
Em vez das 5 cadeiras habituais, esta semana planeei ir a 7 – não sabendo ainda se fico na minha primeira opção, mais vale prevenir. Entretanto, apesar do caos, já se começa a pensar em trabalhos e a pesquisar os textos de leitura obrigatória. Para uma pessoa meio obsessiva e perfeccionista (eu), a incerteza desta situação gera uma ansiedade imensa. E cabeça para manter um blog, por enquanto, não há.
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da faculdade
quinta-feira, setembro 14, 2006
"Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo."
Pablo Neruda
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo."
Pablo Neruda
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poema
Volver
Um bom filme, no cinema de sempre. Uma óptima companhia & uma conversa agradável, com dois chocolates quentes fumegantes à frente. E assim se fazem dias perfeitos (mesmo com a chuva a teimar em cair antes do tempo).

Volver,
con la frente marchita,
las nieves del tiempo
platearon mi sien.
Sentir,
que es un soplo la vida,
que veinte años no es nada,
que febril la mirada
errante en las sombras
te busca y te nombra.
Vivir,
con el alma aferrada
a un dulce recuerdo,
que lloro otra vez.
terça-feira, setembro 12, 2006
Tenzin Gyatso (actual Dalai Lama)
"O meu apelo por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa. Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano - tais como amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia - que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros. É por isso que às vezes digo que talvez se possa dispensar a religião. O que não se pode dispensar são essas qualidades espirituais básicas."
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citação
Um gato cinza no telhado, olhos verdes que faíscam e rabo pendente. Por detrás, a lua redonda e branca - alcunham-na de Cheia (cheia dos sonhos e pedidos de quem a contempla?). Infinitas estrelas tremeluzem no alto, mas não chegam para alumiar o caminho. Uma estrada de alcatrão, negra não fora a luz baça de um ou outro candeeiro. E ela caminha, sob o olhar felino, bamboleando-se no alto dos seus saltos. Balança a carteira na mão, os cabelos acompanham a dança. O destino? Não o tinha quando saiu. Mas ele está traçado: o gume de uma faca reluz na esquina escura adiante…
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ficção
segunda-feira, setembro 11, 2006
sábado, setembro 09, 2006
Manta de retalhos.
A vida é uma manta de retalhos, construída a cada passo que se dá. Cada experiência, cada pessoa com que se partilha o caminho, é um retalho acrescentado. Esta é uma costura feita de espontaneidade, em que não há um molde a seguir. Não pode ser pensada ou emendada.
Chegando ao fim do percurso, cada pessoa carrega consigo uma manta única. Feita de muitos ou poucos retalhos, mais ou menos colorida. Salpicada de lágrimas e de sangue, porque nem sempre a agulha perdoa a inexperiência. São mantas sem princípio, e nem mesmo um fim, pois confundem-se com as de outros, com que se partilham retalhos.
Chegando ao fim do percurso, cada pessoa carrega consigo uma manta única. Feita de muitos ou poucos retalhos, mais ou menos colorida. Salpicada de lágrimas e de sangue, porque nem sempre a agulha perdoa a inexperiência. São mantas sem princípio, e nem mesmo um fim, pois confundem-se com as de outros, com que se partilham retalhos.
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