domingo, setembro 04, 2005
Charlie and the Chocolate Factory
sábado, setembro 03, 2005
Last night
Mas não deixou de ser divertido! =)
quinta-feira, setembro 01, 2005
Meu fiel leitor,
Até lá diverte-te com as fotos das férias que aqui vão sendo publicadas.
Sem outro assunto de momento,
teresinha
quinta-feira, agosto 18, 2005
Isla de Menorca
Entre os produtos típicos de Menorca destacam-se as avarcas (antigo calçado em pele dos camponeses), o gin (que com limão é chamado de bodega) e, claro, a maionese.
Na igreja de Santa Eulàlia em Alaior
Na pitoresca povoação de Binibeca
Em visita ao famoso bar na Cova d'en Xoroi
Viagem no porto de Maó (capital de Menorca)
Em Ciutadella
quarta-feira, agosto 17, 2005
terça-feira, agosto 09, 2005
Aviso
segunda-feira, agosto 08, 2005
Um dia ...
... no castelo de São Jorge com a minha prima =)
Fomos ver o espectáculo multimédia na Olissipónia e comemos pinhões do chão LoL
Foi muuuuuuuuito divertido!
sábado, agosto 06, 2005
A minha actividade ...
quinta-feira, agosto 04, 2005
quarta-feira, agosto 03, 2005
segunda-feira, agosto 01, 2005
FMM - Sines
Nos palcos do Festival Músicas do Mundo a globalização, como alguém dizia, toma todo um novo sentido: não o de uniformizar os povos, mas sim o de permitir que diferentes culturas se manifestem e encontrem, numa mistura de sonoridades.
É um festival maravilhoso!
quarta-feira, julho 27, 2005
Quando ...

domingo, julho 24, 2005
Um dia ...
quarta-feira, julho 20, 2005
quarta-feira, julho 13, 2005
Religião
terça-feira, julho 12, 2005
...
terça-feira, julho 05, 2005
Movimentos Pró-Ana e Pró-Mia
Para começar, estes movimentos consistem em encarar a anorexia (ou bulimia) como um estilo de vida, e não como uma desordem alimentar. Aparentemente, a principal diferença é que a anorexia, enquanto desordem alimentar, surge quando o sujeito sofre de uma doença que lhe causa pensamentos e/ou comportamentos compulsivos, enquanto que a pró-ana é uma anorexia “por opção”, em que o sujeito mantém o controlo da sua vida. Ou seja, a ênfase deixa de estar na auto-destruição e passa a estar no auto-controlo.
A prática deste tipo de estilo de vida, ou o aderir a estes movimentos, passa pela negação do apetite, restrição da comida ingerida, exercício físico disciplinado, etc. De um modo geral, estas raparigas encaram as perturbações alimentares anorexia e bulimia como um meio de atingir a perfeição e de "governarem" o seu corpo, "adoptando-as" de forma aparentemente consciente (?).
Ao que parece, estes controversos movimentos são bastante conhecidos nos EUA, faz já algum tempo (creio que surgiram por volta de 2000). Tem havido grande polémica à volta deste assunto, especialmente sobre a existência de websites dedicados inteiramente a apoiar e a aconselhar quem adere a este modo de vida. Existem várias associações de pais preocupados que pretendem que estes sejam fechados, com o pretexto de que influenciam jovens saudáveis e que impedem a cura de quem tem a doença. É compreensível mas, na minha opinião, uma luta ingrata, na medida em que atrás de um surgirá sempre outro e mais outro website do género. Além da impraticabilidade deste tipo de medidas, a proibição deste (e qualquer) tipo de sites não deixa de atentar contra a liberdade de expressão.(*)
Mas, então, o que se pode fazer? Bom, creio que a informação é um passo importante. Se considerarmos que quem adere a este tipo de movimentos não é necessariamente doente, então é necessário que as jovens (os alvos são principalmente jovens adolescentes) saibam os perigos que implica a privação de comida a longo prazo, de modo a evitar que sejam aliciadas pela promessa de perda de peso se seguirem dietas absurdas. E claro que as jovens se sentiriam menos pressionadas a seguir as ditas dietas se os media não impusessem a magreza extrema como ideal de beleza, mas já nem pretendo ir por aí.
Para terminar deixo-vos um poema que encontrei numa incursão pelo blog de uma jovem rapariga, esta (pareceu-me) claramente anoréctica:
" I hate this.
To eat is to die, and to starve is to live.
But starving is slowly killing yourself.
To be as light as air.
To be as a whiff of smoke, to move gracefully and float and curl up and around the others.
To become transparent and to disappear.
I will accept that air that is within me,
it is all I need to survive,
Drunk on water. Feeding on the air.
Reducing and disappearing until I am nothing,
but gone. "
____________________________
If you believe in the myth that something can rule over you without your consent, if you regard "ana" as a disease rather than a lifestyle or choice, and especially if you see yourself as the victim of an eating disorder, in need of recovery, seeking recovery, or having recovered, it is strongly suggested that you leave this site immediately. IF you choose to ignore this warning, you WILL be triggered by the content of this site and I will NOT be responsible for your decision to play with a loaded psychological gun. There are reasons why firearms are kept locked away from children. So grow a spine if you don't have a will, and get lost.
Mas já se sabe, o fruto proibido é sempre o mais apetecido…
segunda-feira, julho 04, 2005
Tenho mesmo ...
Mas hoje foi um dia bom! Estive com o namorado, que eu amo! =) Fomos à prainha:
quinta-feira, junho 30, 2005
quarta-feira, junho 29, 2005
Feira Internacional de Artesanato
segunda-feira, junho 27, 2005
Finalmente...
domingo, junho 26, 2005
sábado, junho 25, 2005
sexta-feira, junho 24, 2005
Está na moda ir ao Psiquiatra.
Depois de um acontecimento penoso sente-se dor. Não é nada de anormal, pelo contrário!, faz parte de um normalíssimo processo de luto que se tem que ultrapassar. No entanto, há quem viva tão desligado de si próprio, que só se dá conta de que tem coração quando este dói. E o que é que faz? Procura quem lhe receite uma qualquer substância mágica que lhe adormeça a dor.
É triste esta banalização dos anti-depressivos e afins que, não só não curam o mal, como não permitem que se passe pelas usuais etapas que levam à cura da ferida.
O mal maior, causador desta situação, é o facto de as pessoas não se conhecerem a si mesmas. Passam o dia no emprego, ao fim da tarde vão beber um copo com os amigos para esquecer as dores de cabeça do malfadado emprego e, quando à noite chegam a casa, ainda vão ver a quinta da celebridades, o jogo do Benfica (ou qualquer outro programa anti-cultural) para não ter que pensar nas ditas dores. O resultado de passarem tanto tempo com o cérebro "dormente", é esquecerem-se de quem são.
Talvez seja por isso que uma grande causa de depressão seja o final de um relacionamento. A pessoa vive em função do seu consorte, sem existência própria, e, num repente, vê-se sozinha. Ou melhor, acompanhada, mas por alguém que já não sabe quem é: ela própria. E o susto causado por esse sentimento de vazio descamba em depressão.
É natural que, quando perdemos algo ou alguém que estava intrinsecamente ligado à nossa vida, nos sintamos como que se nos tivessem retirado o chão debaixo dos pés. Isto porque somos entidades compostas, em parte, por "pedaços" dos nossos amigos e familiares. Mas temos que ser entidades constituídas, principalmente, por nós próprios. E para isso precisamos de interioridade.
É necessário saber estar. Única e simplesmente, estar. Em casa, num jardim, em qualquer lugar onde se possa estar uns momentos sozinho. Apenas a conversar consigo próprio, sem a preocupação das "compras-que-ainda-tenho-que-ir-fazer" e coisas que tais. Abstrair-se da agitação do mundo e virar-se para dentro, "arrumar o sótão".
Acredito que momentos desses, de quando em quando, contribuem em muito para saúde mental.
quarta-feira, junho 22, 2005
Queixinha...
domingo, junho 19, 2005
Obesidade Mental
O prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma: «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.» O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve. Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto.»As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras. «Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo. Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo
de dieta mental.»
João Cesar das Neves (publicado no Diário de Notícias de 22 de Março de 2004)
quinta-feira, junho 16, 2005
Notícia interessante
terça-feira, junho 14, 2005
Who knows if the moon's
a baloon, coming out of a keen city
in the sky--filled with pretty people?
(and if you and i should
get into it, if they
should take me and take you into their baloon,
why then
we'd go up higher with all the pretty people
than houses and steeples and clouds:
go sailing
away and away sailing into a keen
city which nobody's ever visited, where
always
. . . . .it's
. . . . . . .Spring) and everyone's
in love and flowers pick themselves
E.E. Cummings in & (1925)
segunda-feira, junho 13, 2005
Shall we dance?
Adeus.
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis. Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes
E eu acreditava.
Acreditava.
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Quando agora digo: meu amor
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
quinta-feira, junho 09, 2005
Bom, desde que dê frutos... :/
terça-feira, junho 07, 2005
O Meu Olhar
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo.
Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender ...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...
segunda-feira, junho 06, 2005
De volta...
sexta-feira, junho 03, 2005
Kingdom of Heaven
Amizade
"Conhecer alguém aqui e ali que pensa e sente como nós, e que, embora distante, está perto em espírito, eis o que faz da Terra um jardim habitado."
Goethe

























