sábado, dezembro 22, 2007

Ouve aqui a música "Oh Holy Night", interpretada por músicos de New Orleans (para a série Studio 60 on the Sunset Strip).

Votos de umas Festas Felizes!




quinta-feira, novembro 29, 2007

O que eles inventam...

Hipopotomonstrosesquipedaliofobia: doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas. (Irónico, não?)

segunda-feira, novembro 12, 2007

"Tudo o que eu vi estou a partilhar contigo.

O que não vivi, hei-de inventar contigo."

sexta-feira, novembro 09, 2007

Do ser-se adulto.

Esta tarde, no caminho para casa, e por razões que não têm qualquer interesse para este post, pus-me a pensar naquelas pessoas que parece que já não se lembram do que é isso de se ser criança. Indivíduos com quem, na relação, nunca sentimos a espontaneidade e vivacidade típicas de quem tem a infância dentro de si. Não acredito que não possuam realmente a tal criança que existe em todos nós, mas suspeito que a mantenham trancada “a sete chaves”, algures nos recônditos dos seus seres, juntando a isto um esforço em se apresentarem como uma coisa estranha e rígida que crêem significar “ser adulto”. E, então, são assim umas pessoas que parecem usar uma máscara de “pessoa-com-grandes-responsabilidades-e-preocupações”, nunca perdendo a pose, e reagindo com desdém a tudo o que lhes cheire a “infantilidade”.

Da minha parte, não acredito que um adulto seja isso, e este tipo de indivíduos lembra-me sempre adolescentes. Já que é característico destes últimos, essa necessidade de se distanciarem da criança que foram, de modo a que se possam construir como pessoas autónomas, com uma identidade diferenciada. O que não deixa de ser irónico… adultos que querem desesperadamente parecê-lo, mas que, no fundo, acabam por não se afastar muito da maneira de ser de jovens púberes.

Para terminar, deixo umas palavras do mestre que foi JOÃO DOS SANTOS:

“ (…)

João dos Santos – Pois, eu tenho uma ideia sobre isso. É que todos nós, adultos, passámos pela adolescência e a adolescência, de certa maneira, é a recusa da infantilidade, ou da infância. O trabalho que se faz na adolescência, o trabalho interno, mental, psíquico e até corporal, é muito a recusa de se ser criança, de se ser infantil. Depois há pessoas que recuperam mais ou menos a capacidade de ser infantil, ou de brincar, e há algumas que mantém, mesmo na adolescência, esse espírito infantil. Há várias maneiras de se ser infantil, há umas maneiras tolas, umas maneiras parvas – “parvo” em latim quer dizer “pequeno”…

João Sousa Monteiro – Ah sim?

J.S. – É, o que é engraçado… Há maneiras parvas de se ser infantil e há maneiras interessantes. Mas acho muito saudável que as pessoas guardem o que há de positivo na sua infância e sobretudo a capacidade de brincar. A maior parte dos adultos substitui a capacidade de brincar com as coisas, pela capacidade de brincar com as palavras e com as pessoas, com o fazer partidas, com o fazer jogos de palavras, com o contar histórias, com o contar anedotas... E o que o Pedro censurava nos adultos era eles falarem com as crianças como se falassem com outros adultos, esconderem as suas infantilidades, ou tomarem-se muito a sério.

J.S.M. – É verdade, é…

J.S. – É claro que um adulto pode recuperar, em parte pelo menos, a sua capacidade de ser infantil e de se relacionar com crianças, de pôr a sua criança interna em contacto com as outras crianças reais, que estão fora, mas para alguns isso está definitivamente excluído. Há pessoas que criam uma grande carapaça à volta do seu eu, da sua pessoa, da sua maneira de ser, pessoas muito rígidas, que se tornaram educadores muito rígidos. Às vezes são pessoas que tiveram uma grande dificuldade de se libertarem da sua própria infância ou de a esconder, e portanto exigem das crianças a mesma capacidade de esconder a sua infantilidade, de a recusar, de a rejeitar.

(…)”

In Se não sabe porque é que pergunta?, João dos Santos e João Sousa Monteiro.

quarta-feira, novembro 07, 2007

"Killing an animal to make a coat is a sin.


It wasn't meant to be and we have no right to do it. A woman gains status when she refuses to see anything killed to be put on her back. Then she's truly beautiful!"


Doris Day

sexta-feira, novembro 02, 2007

"(...) se antes de cada acto nosso nos puséssemos a prever todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar."
In José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira

segunda-feira, outubro 29, 2007

Teste cerebral

Observe a figura do fundo.

Segundo alguns estudiosos, se você vê a mulher
girando no sentido horário, significa que trabalha mais o lado direito do
cérebro. Se, no entanto, você a vê girar no sentido anti-horário, utiliza mais o
lado esquerdo do cérebro. Faça a experiência...O teste é realmente sensacional.

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Mandaram-me isto por mail e achei formidável! Em diferentes alturas tanto vejo a figura a rodar para a direita como para a esquerda. ADORO estas ilusões! eheh

sábado, outubro 20, 2007

sexta-feira, outubro 05, 2007

La tierra giró para acercarnos
giró sobre sí misma y en nosotros,
hasta juntarnos por fin en este sueño
. . .

Eugenio Montejo

Dewarism

Sometimes doing nothing is doing something.

quinta-feira, outubro 04, 2007

Apenas quero ...

... voltar a sentir a despreocupação de se ser Criança.

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Não quero crescer... Não me obriguem...!

Doce de Abóbora

Não sabíamos o que haveriamos de fazer a uma abóbora enorme que nos deram. Uma boa parte serviu para fazer sopinha, claro!, e o resto acabou por ser convertido num delicioso doce. Ficou tal e qual os doces da avó!... :)

Ingredientes

1 kg de abóbora
800 grs de açúcar
1 pau de canela
2 cravos-da-índia

Confecção

Depois de descascada a abóbora, limpa-se de filamentos e pevides. Corta-se a abóbora em pequenos bocados e passa-se por água.

Põem-se os pedaços num tacho, com o açúcar e o pau de canela, e deixa-se cozer em lume brando.

Quando começa a cristalizar, juntam-se os cravos-da-índia.

O doce está pronto quando, passando com a colher de pau, se consegue ver o fundo do tacho.

Então, retira-se o doce do lume e deita-se numa taça ou frasco.

terça-feira, setembro 25, 2007

Nostalgia IV

Porque os anteriores tiveram tanto sucesso, aqui vai mais um post com desenhos animados do "nosso tempo". =)

Fábulas da Floresta Verde

Roger a Jacto

segunda-feira, setembro 24, 2007

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incompáraveis."

Fernando Pessoa

quarta-feira, setembro 19, 2007




Depois de uma espera longa e ansiosa, posso finalmente dizer que já tenho estágio! Acabei de saber que vou estagiar na Maternidade Dr. Alfredo da Costa! Estou felizzzz! =)

segunda-feira, setembro 17, 2007

Tarde inestimável na Fonte da Telha

Era Domingo e a praia estava quase deserta. A temperatura convidava a banhos e a calmia do mar era apelativa. A água estava mais quente que o habitual e viam-se cardumes de peixes à transparência. Nisto, uma voz: "vejam, golfinhos!". E lá estavam eles, ao largo, seguidos por um bando de gaivotas, dando saltos maravilhosos que nos deixaram hipnotizados. Não foram mais de 15 os minutos com que nos brindaram com a sua alegre presença, mas bastou para que a experiência se tornasse inesquecível.

quarta-feira, setembro 12, 2007

"(...) Qual a temperatura que, neste momento, toca a tua pele? Quais são os sons que, neste momento, te rodeiam? Quais são as imagens que encontras se, neste momento, deres uma volta de 360 graus?
(...) Estamos vivos. Existimos. Não é incrível?"

"If you don't know where you are going,

any road will take you there"